Conforto no corpo

agosto 20, 2013 Culinaria Viva 0 Comments

Sabe como nos sentimos quando vestimos uma roupa de tecido agradável, toque suave e gostoso, do nosso tamanho, flexível, que promove a temperatura desejada, que tem a cor do dia que estamos vivendo, que é do tipo respirada, como se fosse “nada”, mas que nos protege, veste e acaricia?

Isso é o que eu chamo de sentir conforto no próprio corpo! É algo que existe! É real! E que vivo quando estou em harmonia com meu corpo. Colho isso como resultado da oferta que promovo dando a ele o melhor alimento (para suas reais necessidades), práticas naturais desintoxicantes, atividades físicas regulares e um bom sono regenerador.

Abundância, se pensar em bem estar geral, o corpo respira sereno na constância da colheita do fruto do trabalho que nos vivifica, capaz de suprir nossas reais necessidades e promover a subjetiva riqueza, irmã e amiga inseparável da felicidade interna liquida, tão desejada por todos nós. Tão simples.

Conforto, um corpo que tem suas escolhas naturais atendidas, é um corpo confortável. As articulações respondem silenciosamente, a respiração flui em harmonia, a cabeça é leve, a mente, ainda que continue sendo visitada por pensamentos desafiadores, é mais respirada e serena. Permitindo uma seleção refinada da qualidade de ideias que desejamos semear e manifestar em forma de atitude através do corpo na relação com mundo e conosco. Há “tempo/espaço” para agir com serenidade e harmonia quando estou nesse estado de vida.

Confiança, o corpo confortável nos inspira a confiança de que seremos capazes de superar desafios, percorrendo percursos longos, caminhando, pedalando, mergulhando, escalando, correndo, subindo montanhas, pronto para aceitar superar novos limites, ainda que reste medo, nós vamos! Confiamos que o corpo que funciona em plenitude nos leva a qualquer lugar.

Criatividade, ele nos faz mais confiantes de que seremos capazes de encontrar soluções para as adversidades do caminho, lidar com as mudanças de maneira mais serena e aceitar melhor aquilo que não pode ser modificado, promovendo criativamente novos cenários na vida a partir das transformações do nosso próprio ser, sem esperar que o mundo se ajuste a nada.

Amorosidade, um corpo confortável nos permite ser mais amorosos, sem entender isso como tolice ou permissividade. Amorosidade também é saber perceber e colocar, para o outro e para si, limites fundamentais tão esquecidos na nossa nova “cultura”.

Humor bom e sorriso fácil! O sorriso que se levanta despercebido, que simplesmente está e se manifesta sem medo de ser aos passantes e que está lá nas adversidades.

Sono profundo e regenerador, o que não se mede pela quantidade, mas pela qualidade, também é parte do pacote “corpo confortável”. Nele a mente serena encontra repouso tranquilo depois de um dia de vida.

Vista clara e visão limpa:  Literalmente o corpo confortável não vê o mundo embaçado, mas sim vê a vida através das lentes transparentes da clareza e do amor.

Ganhei o livro “A Semente da Vitória” de um amigo lá nos idos de 2005, o autor Nuno Cobra, apresenta seu método de treinamento físico, como um norteador das escolhas promotoras de sucesso e felicidade na vida em todos os níveis. Nele o mestre preconiza boa qualidade de sono, alimentação saudável, prática de atividades físicas regulares e meditação como a base de um estilo de vida regenerador!

No livro “Principio de Compaixão e Cuidado”, de Leonardo Boff, encontrei um texto que o autor atribui a Mahatima Gandi - Agir a partir do espírito. Acredito que o seu conteúdo permeia o tema que estamos dialogando hoje: a nossa forma de escolher e agir em relação ao corpo e as consequências felizes que podem advir de uma nova ética de cuidado. O texto abaixo traz uma dimensão interessante do assunto: “A origem de todo agir”.

“Ahimsa [não violência] é um principio abrangente. Somos inermes mortais, envolvidos pelo incêndio de himsa [violência]. Quando se diz que a vida vive da vida, há nisto um profundo sentido. O homem não pode viver um só momento sem exteriormente, consciente ou inconsciente, praticar himsa. O simples fato dele viver – comer, beber, mover-se externamente – inclui necessariamente um pouco de himsa, destruição da vida, por pequena que seja. Por isso um adepto da ahimsa permanece fiel a sua fé quando todo o seu agir nasce da compaixão, quando da melhor maneira que lhe for possível ele evita a destruição do menor ser vivo, busca salvá-lo, e assim esforça-se constantemente por se libertar do mortal envolvimento com himsa. Por isso ele há de crescer constantemente em autodisciplina e compaixão, mas ficar inteiramente livre de himsa externa ele nunca pode".

Passo a passo, escolha a escolha, a simples consciência da real dimensão das nossas escolhas é um caminho para transformação que desejamos no mundo.

QUE COMECE POR MIM!
Que todos os seres sejam felizes.
Que todos os seres encontrem a verdadeira felicidade!

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Juliana

Workshop de Fermentados

agosto 20, 2013 Culinaria Viva 0 Comments


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Juliana

agosto 15, 2013 Culinaria Viva 0 Comments




Torta Viva: Massa de amendoim e girassol descascado germinados e assas escuras , recheio de mamão, abacate e banana em fatias, decorada com coco germinado em fatias, uvas, cacau nibs e creme chocolate 100% cacau adoçado com mel. Além de muito alegria de estar junto!






Num encontro "privilegiado", preparamos juntos essa torta viva, linda e deliciosa, num desses deliciosos encontros de vida, de pares,... Eu, Geraldo Guimaraes, Analu, Paulo Roberto e a sua flor de Paula.

Foi um desses encontros onde as ideias incomuns das quais somos feitos fluem numa troca simples, orgânica, luminosa, sem razão e sem muita explicação. Com o tempero da alegria de estar com irmãos (ir-de-mãos dadas)!

Consciência e Abundância é título do livro do meu amigo querido Paulo Roberto da Silva, que segue com sua flor de Paula, semeando suas ideias de simplicidade voluntária, ócio criativo e felicidade interna liquida pelas terras de Portugal nos próximos meses. Galera de Portugal, desfrutem!!! 

Queridos amigos, é sempre uma alegria compartilhar com vocês! Queridos, Paulo e Paula desejo sucesso no caminho e uma linda germinação pro casal! 

Bj no coração,
Amiga Ju!

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Juliana

Filosofia de farofa!

agosto 15, 2013 Culinaria Viva 1 Comments

Há momentos na vida que devemos escolher o tamanho do pote que vamos usar pra guardar a farinha desidratada.

Quando escolhemos um pote pequeno, só porque temos pouca farinha no momento da escolha, vamos sempre olhar e pensar que o pote está completo, esse pensamento não irá nos mover para produzir mais e tudo parecerá suficiente. Mesmo sabendo que aquela farinha é pouca e que terminará na primeira refeição, ocasião que nos veremos sem reservas por vários dias.

Até que outro aipim seja comprado, descascado, liquidificado, coado, desidratado, peneirado e processado até que tenhamos uma boa quantidade de farinha novamente. E ainda assim o tamanho do pote que usamos para guardar vai fazer diferença na escolha da quantidade a ser trabalhada. Em contra partida, quanto escolhemos um pote grande para o mesmo punhado de farinha, toda vez que olharmos para aquele pote vemos que é preciso criar mais alimento, pois estamos abaixo do limite da reserva. Manter o pote cheio será sempre um estimulo para o movimento! Não deixar que energia fique no limite extremo como algo natural.

 Bem, essa filosofia de farinha veio com a escolha de um pote bem grande pra colocar minha farinha! Sempre vi um potão de farinha de aipim desidratado na casa da Maria Luiza, achava belo, abundante, mas nunca me mexi pra fazer o meu igual. Hoje mesmo tendo menos de uma xícara de farinha que nem está processada, dei pra ela um pote grande, cheio de espaço pra ser preenchido. Porque realmente acho que é importante pro dia a dia com a Culinária Viva ter farinha de aipim a vontade!

Ela ajudar a dar “peso” a qualquer saladinha de sementes germinadas com legumes ralados, temperados com ervas verdes frescas, sal e azeite. Assim fazemos uma comidinha que dá “sustância” de forma rápida e prática. Bem, essa tarefa não estava nos meus planos, mas agora que vi meu pote tão vazio, mais tare vou colher aipins no mercado e providenciar o que está faltando!

É isso!

Bom dia, que nossos potes tenham a exata medida dos nossos sonhos, que nossos sonhos correspondam a nossas reais necessidades e que encontremos na sua realização a felicidade “oculta” em cada momento da nossa vida humana preciosa.

Com carinho, Juliana

P.s: Link para posts sobre farofa no blog: http://julianamalhardes.blogspot.com.br/search?q=farofa

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Culinária Viva na Convenção Rosacruz

agosto 13, 2013 Culinaria Viva 0 Comments

Queridos amigos,
estou muito grata pelo convite para apresentação da palestra sobre o Principio Terra no dia 31/08 na Convenção Rosacruz. Especialmente pela apresentação do bufê de Culinária Viva para todos os participantes! E ainda teremos no local uma "barraquinha" de quitutes, "sorrisos gratis" e material didático da Culinária Viva. 

Bem taí um evento que eu chamo de imperdível: Comidinhas vivas saborosas numa atmosfera de Ecologia e Espiritualidade! :-) 

Inscrições abertas! Sigam a orientação dos cartazes abaixo. 
A Convenção é aberta para todos, mesmo não membros da Ordem.

Até lá!!! 
Com carinho e gratidão!
Juliana Malhardes





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Juliana

Amornando o inverno

agosto 11, 2013 Culinaria Viva 0 Comments

Pois é, galerinha viva, maior “friaca” nesse “tenebroso” inverno tropical, não é mesmo? Vira e volta me pego pensando sobre o que vocês, meus companheiros de caminhada nesse estilo de vida, estão inventando na cruzinha para escapar “com VIDA”, literalmente, das infinitas tentações do “frio sombrio” que germinam nas nossas mentes...rs

Bem, eu ando esquentando TUDO, até mingau de “açaí” quentinho com manga e canela já rolou! Pensei! Kkkkk Ontem eu dei até risada, porque cá entre nós, não é mole comer saladinha fria anoite com esse clima de inverno, não é mesmo? Vou contar...rs

A gente até reclama do frio, especialmente os "bicho de praia" de onde eu vivo....rs, mas o inverno também tem vantagens sublimes para a cruzinha viva!

Uma delas é, sem dúvida, a presença permanente do meu amor de fruta nessa vida! O nome dele? (Muitos de vocês já conhecem essa conversa, né? Mas pra quem não leu ou não me ouviu suspirar de amores nas aulas, devo revelar)  ABACATE CASCA DURA que é também conhecido como ABACATE MANTEIGA! O “THE BEST” do pomar dos avocados!

Bem, pra mim ele é um presente que volta todo ano pro meu aniversário! Chega em julho, porque é coisa fina, fruta de “época”, dessas que não estão rendidas a transgenia ou qualquer outra “bruxaria” que obrigue as árvores a frutificar fora do seu momento! Característica que só faz aumentar meu vivo encantamento por esse precioso ser! Rs...

Bem, voltando a risada... Cá estava eu, em casa, “solita” com os acabates (e os gatos, naturalmente), quando bateu aqueeeeela fominha, que tem sabor de coisa rapidiiiiinha...rs Tipo bem simples!

Eu tinha feito a feira de abacate no Extra daqui de Piratininga (único lugar que seguramente encontro meu querido abacate sempre) e a cruzinha tava bombando de abacate! Colhi da fruteira um beeeeem maduriiiiinho, lindo! E pensei... só fatias com sal e limão e pronto, com isso já estou feliz. Pensando melhor não, não, metade de um abacate, picadinho, com um tomate inteiro, tudo bem picadinho em cristaizinhos, é isso!

Mas eu queria folhas, tipo uma salada, mas com o frio que preguiça que me dá...rs Bem... Pelo sim pelo não, decidi picar bem fininhas 3 folhinhas de alface e uma de rúcula fresquíssimas! Deixei do lado pra ver o que podia sair...

Adoro esse clima de “orquestra gastronômica”, sabe? É um tom daqui, um toque dali e a sintonia vai se afinando intuitivamente! Então ouça o que te digo,  confia na tua intuição. Um cadinho de receita até que é bom, mas intuição com boa germinação é tudo!

E assim saí fazendo arte! E daí, o que mais? Amornar, claro! Mas puro? Não, puro não, com semente germinada! Quem estaria germinando no berçário? Castanha do Pará! Prontinha e descascada!

Hummnnn... que beleza – prático toda vida! Lá foram elas, meia dúzia, no processador até virar tipo uma farinha grossa! Claro, levou um salzinho...rs hummnnn... Pronto! Com a semente germinada a “nova comida” ganhou aspecto de “sustância”...

E depois? Misturei tudo! Eis que me chamou a Pimentinha Caiena querida! Yessssssss, pois especialmente no frio ela é sempre muito bem vinda.

Pra melhorar, acabo de adquirir um lindo “mini-fogãozinho” a GÁS! Kkkk.... Depois de meeeeeses com o nosso querido aquecer elétrico pirando nos choques, o fogãozinho dos amornados voltou com forninho e tudo! Um luxo de simplicidade.

Agora nem vou mais precisar dar aula de desidratação fazendo mimica, viu galerinha?! Cabou essa palhaçaria da “tia Ju”...rs Não vai ter mais brincadeira de “aeromoça”, porque agora temos fogãozinho com forno!

E que chegou assim, como coisa que Deus manda, despretensiosamente. Uma vizinha ganhou e me ofereceu pra comprar? ADOREI, uma aquisição bem sustentável e em conta, naturalmente!
Bem, mas voltemos a nova comidinha! Estava quase acendendo o foguinho amigo quando lembrei  dos “COGUMELOS PORTUBELOOOOOOOOO”, claaaaaaaaaaaro! Tinha acabado de colher pessoalmente (risos) na geladeira do hortifruit!

Dizem minhas amigas, “cruzinheiras chiques”, que a melhor forma de “limpar” esses “cogus” é com um paninho úmido, pois não seria de bom tom encharcar com água, lavando! E na prática, eu assino em baixo, o paninho ajuda, tirando aquela “terrinha” e os cogumelos se mantém fica tenros, suuuuuper delicinha! J

Depois de limpar, cortei os “cogus” em fatias finas, tipo champinhon, que a gente costumava comprar em conserva antigamente? Pois é, daquele padrão de corte. Depois marinei apertando entre as mãos os “meninos” embebidos em Shoyo Hattori, que aqui em Niterói compro no Armazém Girassol em Piratininga (Shopping Town Center), delicinha de lugar, visitem!

No comércio em geral é mais fácil encontrar o Shoyo Daimaru, que é bom e bem acessível. Ambos são sem corante, açúcar, glutamato, xarope, aromatizantes e toda a sorte de “mandingas tóxicas” usadas pra fazer o povo pensar que “gosta” do que tá comendo enquanto se envenena sem se dar conta.  

Eventualmente o Daimaru até aparece no hortifruti, mas sempre tem em lojas de produtos naturais, tipo Mundo Verde, Casas Pedro, e aqui em Nikiti City tem no Irmãos da Terra (Rua Presidente Backer – Icaraí).

Bem... Assim achei que tinha terminado meu prato amornado sem nome...rs Que ficou ainda mais difícil de batizar depois que resolvi lançar metade da saladinha ali dentro e aquecer tudo junto! Depois de morninho, acrescentei azeite, limão e acreditem ou não ficou muito boooooom! Lançar a salada no amornadinho resolve a coisa do friozinho!

Ah! Rolou um brotinho de alfafa pra enfeitar, afinal a comidinha "é daquelas" muito mais gostosas do que belas....rs 

Resumindo a receita da “nova comida”:
Ingredientes:
·         6 castanhas do Pará hidratadas por 24hs
·         1 xícara de cogumelos porto belo fatiados e marinados bem apertadinho com 4 colheres de Shoyo
·         1 punhado de folhas de alface e rúcula picadas em fatias finas
·         1 tomate picadinho em cristais
·         Pimenta Caiena “moderadamente”..rs
·         Azeite a gosto
·         Gotinhas de limão
·         Sal a gosto
Preparo:
Misture todos os ingredientes, reserve o limão e o azeite para depois de amornar.

Boa germinação!!! 

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Juliana

Feliz dia dos Pais!

agosto 11, 2013 Culinaria Viva 0 Comments


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Aula de Alimentos Fermentados dia 15 de agosto–Niterói/RJ

agosto 07, 2013 Juliana A. Malhardes 0 Comments

Aula de Alimentos Fermentados
com a Juliana Malhardes da Culinária Viva
Dia 15 agosto, quinta-feira,`das 13:30 às 17:00 hs, na Toca da Minhoca, Cond.Vale de Itaipau, casa 604.

Programação do Aprendizado:

=>  Palestra de apresentação, aula de germinação de sementes, prática de preparo culinário em grupo e degustação de todas aspreparações. Além de bazar didático com apostila, coadores de suco e tal.
Preparações:
  • Rejuvelac - a bebida de juventude
  • Yogurte vegetal natural
  • Yorgurte vegetal com frutas frescas
  • Queijinho vegetal fermentado (dois sabores)
  • Chucrute vivo
  • Prato principal: Salada com legumes fermentados, brotos de cultivo caseiro caseiro, queijinho de sementes e crackers desidratados.
Degustação com crackers de linhaça dourada germinada e tomate seco. linhaça marrom germinada temperada. Nesse dia não haverá aula de preparação de crackers. Se houver interessados marcaremos para outro dia uma atividade sobre desidratação caseira de alimentos, com pão essênio, farinha viva e crackers desidratados.

Material – levar: vidro de conserva com tampa de metal, pequeno ou médio para o preparo do chucrute que será levado para casa pelo participante.
Investimento estimado: R$80,00 (sujeito a formação de grupo mínimo de 10 pessoas previamente inscritas)
Inscrição: culinariaviva@gmail.com









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